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Padrão de beleza: como a consultoria de imagem incentiva a auto aceitação

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Atualmente o padrão de beleza é uma temática recorrente, principalmente nas pautas femininas. Na verdade, nada mais é do que um condicionamento, uma imposição do que é considerado como “ideal” quando falamos sobre beleza. Ao longo da história, e em diferentes culturas, locais, esses padrões tem oscilações que diferem entre si. 

Já tivemos imposições de que o belo era um corpo feminino mais robusto, com curvas. Tempos depois, um corpo quase anoréxico era considerado o “melhor de todos”. Grandes seios ou pequenos, juventude eterna, cabelos longos, de determinada cor, ufa! 

Imposições sempre estiveram presentes de uma forma massacrante, limitando a liberdade das mulheres em relação a sua vestimenta, minando a sua autoestima e amor próprio. 

Ainda, não é difícil de concluir o quanto é injusto e excludente qualquer que seja o padrão de beleza imposto, visto que a diversidade cultural, étnica, ou características particulares mesmo, são  muitas ao redor desse mundo. 

É certamente impossível termos um (ou alguns) padrões de beleza como um artifício benéfico a sociedade, e que ao invés de excluir, inclua. Pense, há uma infinidade de biotipos corporais.  

Como reverter as consequências da imposição de padrão de beleza

 

Dito isso, as consequências não apenas sócias e culturais, mas principalmente individuais são devastadoras para qualquer ser humano. Não apenas as mulheres que não se “enquadram” nesses padrões, mas a pressão também acontece com a que atende essas expectativas. 

Apenas os setores da moda, indústria cosméticas, indústria estética é que de fato, são favorecidas com tais imposições. Que diga-se de passagem são sempre inalcançáveis, para a maioria. 

Mas há luz no fim do túnel. A consultoria de imagem pode ser sim vista como uma grande salvadora do mulher nesse cenário. E que maravilha poder ter também esse papel. Entretanto, será que é qualquer processo de consultoria de imagem que oferece esse resultado? 

A resposta é assertiva e direta: Não. O processo, o método usado, os recursos e o foco com esse intuito fazem toda a diferença. Isso porque, mesmo na consultoria de imagem “tradicional” os padrões existem. 

E ao menos que a condução seja pautada em outras vieses – autoconhecimento, individualidade, valorização do ser – podemos ter uma tendência a cair novamente nos temidos padrões. 

No processo de coaching de imagem, por exemplo, a primeira etapa é totalmente focada no autoconhecimento

Acreditamos que é preciso se conhecer, para questionar com propriedade o que se quer pra si enquanto comunicação de imagem, afirmação de identidade, e aí então, adotar a imagem que de fato atende esses ideais. Os ideais do indivíduo… e não da sociedade. 

Na morfologia e morfopsicologia, a análise é das particularidades, com foco nos pontos positivos, e uma aceitação daqueles incômodos com o corpo. 

A valorização do gosto pessoal sem ter certo e errado, dos questionamentos impostos pela moda, ou ainda, dos questionamentos da necessidade de seguir a moda… O estilo vai além e é o que é mais importante. 

Se a nossa imagem comunica, que seja de dentro pra fora, muita aceitação, amor, e autocuidado. As diferenças é que nos fazem únicos, e o vestir deve enaltecer justamente essas diferenças e não mais impor que todos sejamos iguais.

Há muitas regras e padrões de diferentes naturezas nessa vida… que não tenhamos mais o padrão da beleza, inalcançável e que favorece apenas uma minoria, a indústria e as diferenças para sermos escravos. 

E que a consultoria de imagem, possa servir a esse papel, só assim será eterna e realmente eficaz. 

Um comentário em “Padrão de beleza: como a consultoria de imagem incentiva a auto aceitação
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