Blog

Como trabalhar autoestima e autoimagem influencia no meu comportamento?

Para compreendermos quais as influências que a autoimagem tem sobre os nossos comportamentos, primeiramente precisamos entender que ela está constantemente relacionada a nossa autoestima.

Isso significa que a visão que temos sobre nós mesmos impacta diretamente no quanto nos valorizamos ou desvalorizamos. Esta percepção molda as nossas escolhas, sentimentos e comportamentos. 

Quer saber mais sobre como trabalhar autoimagem e comportamento? Siga a leitura!

Importância do bem-estar com a autoestima e autoimagem 

É claro que se temos uma baixa autoestima, nos vemos de forma negativa, temos sentimentos de inadequação, vergonha, ansiedade e culpa. 

Não nos sentimos bem em nossa própria pele, demonstrando isso ao mundo e na forma que nos colocamos nas nossas relações e todas as áreas de nossa vida. 

Por isso, é possível dizer que a autoimagem e a autoestima acabam sendo o núcleo dos nossos comportamentos. 

Uma boa autoestima nos leva a socializar e construir relações saudáveis, afeta a nossa carreira e trabalho positivamente, nos da autoconfiança para assumir riscos, além de nos tornar mais assertivos. 

No fundo, uma autoimagem positiva acaba gerando um senso interno de segurança. Só não podemos confundir a autoestima apenas com o reconhecimento dos nossos talentos. 

A verdade é que ela acaba resultando de um senso de valor em relação a nós mesmos de maneira total e realista, incluindo nossas falhas e dificuldades. 

A influência da autoimagem e da autoestima também acontece em torno das crenças que vamos internalizando em relação a nossa aparência e nossas realizações. 

Isso significa que emitimos comportamentos que confirmem a nossa autoimagem dentro do que acreditamos ser ou merecer. 

Como reverter os efeitos de não explorar o amor próprio e autoconhecimento

Pessoas que enxergam sua aparência física como negativa, provavelmente procuram escondê-la, desvalorizá-la ou até mesmo modificá-la com tratamentos e intervenções estéticas. Tudo isso em busca de uma imagem ideal de perfeição, de um padrão de beleza, em uma constante de insatisfação. 

Se acreditamos que não somos bons profissionais podemos boicotar situações onde podemos nos desenvolver, ser promovidos ou até mesmo crescer dentro da carreira

Além disso, podemos nos sobrecarregar, assumir papéis e tarefas que não são de nossa responsabilidade, buscando constantemente agradar o outro e receber reconhecimento externo. 

Ainda, se acreditamos que temos uma grande limitação intelectual, podemos emitir comportamentos que acabam confirmando isso, evitando estudar e aprender algo novo, por pensarmos que não iremos conseguir aprender. 

Nas relações acabamos também agindo de forma a nos isolar e confirmando a idéia de que devemos ser rejeitados, excluídos e que até mesmo não somos amados. 

É claro que todos nós temos limitações em maior ou menor grau e uma imagem sadia também inclui essa compreensão dentro de uma visão realista de si mesmo. 

A questão é que normalmente o fracasso está mais associado a uma visão de incapacidade do que uma ineficiência de fato. 

São nesses casos que torna-se importante acreditar em si mesmo! Confiar nas suas capacidades não retira a necessidade de dedicar e de se aproveitar também das oportunidades e condições que a vida oferece. 

Quando trabalhamos a nossa autoimagem acabamos conquistando autoconhecimento, quais os nossos recursos, interesses, desejos e capacidade de realização, onde precisamos nos desenvolver e podemos chegar. 

Uma sadia imagem de si mesmo nos leva a emitir comportamentos saudáveis para com nós mesmos e para com o outro.

Texto de Eliza Guerra, psicóloga e professora do curso online da Ecole de Psicologia da Autoimagemelizaguerra.oliveira@hotmail.com

O artigo ajudou você de alguma maneira? Conte para a gente nos comentários!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dezesseis − nove =