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O Papel da Sociedade e da Mídia nos Padrões de Beleza

Será que o padrão de beleza imposto pela mídia e pela sociedade está com os dias contados? A Ecole Brasil entrevistou Joanna Borigo sobre isso! Acesse:

Será que o padrão de beleza imposto pela mídia e pela sociedade está com os dias contados? Roberta Selistre, coordenadora da Ecole Brasil entrevista Joanna Burigo, fundadora do projeto Casa da Mãe Joanna e colunista da Carta Capital, que fala sobre a diversidade e os padrões de beleza na mídia em busca de uma reflexão para a campanha MUNDIAL ESR.

A entrevista faz parte da Campanha Mundial #minharegraeserlivre sobre complexos que toda mulher já teve ou tem em virtude de padrões impostos pela sociedade. Queremos trazer uma reflexão de como nós mulheres nos sentimos inseguras, ou o tempo todo insatisfeitas com algo no nosso corpo e como superamos ou lidamos com isso no nosso dia a dia.

Siga a leitura para saber mais!

O Papel da Sociedade e da Mídia nos Padrões de Beleza

De acordo com uma pesquisa realizada pela marca DOVE, 92% das mulheres já deixaram de fazer algo importante para elas por se sentirem insatisfeitas com sua aparência, sendo que apenas 4% das participantes se definiram como belas. Além disso, 59% se sentiram pressionadas a serem bonitas.

Joanna Burigo entende que somos constantemente bombardeadas por imagens que são consideradas a beleza ideal. Quando pensamos em autoestima e autoimagem feminina, somos pressionadas por um padrão que é estabelecido.

Para ela, o padrão do feminino ideal cria essa feminilidade e um conjunto de códigos que funciona como valores. Então expressões como ‘bela, recatada e do lar’, significam que há um controle sobre como a mulher deve parecer, ser e onde deve pertencer.

Como se libertar da pressão de um determinado tipo de padrão de beleza?

Quais são os valores que influenciam nesse padrão de beleza? E como podemos reverter essa situação? O padrão de beleza imposto pela mídia e pela sociedade está mudando?

Para Joanna, as mulheres se sentem obrigadas a cumprir certas narrativas que não fazem parte da realidade delas. “Estamos apenas perseguindo esse direito de ser quem realmente somos fora desses padrões”, disse.

Segundo a colunista, existe uma indústria que deseja manter as mulheres inseguras a fim de buscar mais consumo por produtos, cirurgias, tratamentos que visam certo padrão de beleza e que, por tal ambição, temos angústias por não atender um padrão que é muitas vezes inatingível. “Eu mesma já passei por isso quando adolescente, que deixava de sair de casa por ter uma espinha, por ver uma celulite, dobrinhas” que são coisas que todas nós temos”, contou.

Será que estamos a caminho de desconstruir a ditadura da beleza?

Assista o vídeo com a entrevista completa e descubra.