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Biotipo corporal: como entender e aceitar minha imagem?

Um assunto relevante quando falamos de consultoria de imagem é o biotipo corporal de cada pessoa, que nada mais são do que as diferentes estruturas de silhuetas. Na Ecole Brasil chamamos de “arquitetura do corpo”. 

E, você sabia que as mulheres possuem 7 diferentes silhuetas enquanto os homens possuem 4 diferentes estruturas de corpo?

É por isso que é tão importante trabalhar o autoconhecimento para através dele dar destaque à autoestima e enxergar a autoimagem com muito mais admiração. 

Quer saber mais sobre o tema biotipo corporal? Siga a leitura!

Biotipo corporal é questão de estrutura e tem grande variedade

É importante ressaltar, que conforme o manifesto Ecole Brasil e visão de potencialização da imagem de encontro ao “Ser para Vestir”, não seguimos e nem defendemos aqui, qualquer padrão de beleza. 

Para nós, não existe “corpo certo”, ou “corpo errado”, mas o objetivo da análise nessa etapa da consultoria, é justamente termos um equilíbrio visual, para que a personalidade, essência, fala, conteúdo do ser possam “aparecer” mais do que qualquer parte do corpo, por uma eventual desarmonia de equilíbrio visual. 

Outra questão importante, é que quando falamos sobre essa arquitetura ou biotipo corporal, estamos falando de uma estrutura fixa com base na ossatura da pessoa. E que não deve ser feita de maneira isolada, sem considerar as particularidades do corpo, que independem dessas dimensões.  

Como harmonizar minha imagem através do meu biotipo corporal

A harmonia  visual da estrutura do corpo acontece quando os “pesos” estão equilibrados. Ou seja: as partes da cintura pra baixo e da cintura pra cima estão na mesma ou semelhante proporção. É por isso que, nessa análise, devemos considerar também as particularidades a serem somadas com a estrutura óssea.

Na arquitetura do corpo, levamos em consideração: a extremidade dos ombros, cintura e quadril e a relação entre essas proporções. E quando falamos em particularidades, nos referimos à barriga, busto, culotes, coxas, ou seja, as demais partes do corpo. 

Além disso, para conseguirmos esse equilíbrio, o primeiro passo é se observar em frente ao espelho com roupa muito justa ou roupa íntima, e avaliar: 

  1. A linha do ombro e quadril estão na mesma medida? 
  2. A cintura é marcada, sendo a menor medida? 

Se a resposta for afirmativa para essa duas perguntas, sim, temos um equilíbrio visual de silhueta. 

Mas, se no caso, o quadril for a maior medida, ou a cintura ou mesmo os ombros, temos então  uma desarmonia visual. 

Também temos essa desarmonia quando, por exemplo, essas medidas estão em equilíbrio, porém alguma particularidade se destaca como mais visualmente: um busto avantajado, coxas muito grossas, barriga proeminente.

Saber vestir-se é o segredo para valorizar sua imagem

Nesse caso, é importante para promover esse equilíbrio através dos recursos óticos da vestimenta.

E como fazemos isso? Podemos utilizar:

  1. Cores escuras e opacas, que tendem a diminuir. 
  2. Tecidos estruturados, com bom caimento, que tendem a diminuir também.
  3. Usar a mesma cor no look todo (harmonia monocromática) também tem esse efeito de diminuição.  
  4. Linhas diagonais e verticais 
  5. Acessórios grandes, quando próximas a partes do corpo grande pois geram proporção 
  6. Pouca informação visual 

Claro, o ideal é uma consultoria de imagem personalizada, onde um profissional capacitado consegue analisar e contemplar as partes do corpo com um todo. 

Na verdade, quando entende-se sobre as possibilidades e recursos ópticos da vestimenta, dificilmente algo torna-se proibido, pois sempre temos como fazer compensação visual.

Apontamos aqui, como dar início a esse olhar mais cuidadoso em relação a nosso corpo, formas e perceber de que maneira podemos ter equilíbrio visual para uma melhor harmonia de proporções, quando for o caso. 

Lembrando que a ideia é sempre se amar, acolher e perceber seus pontos fortes, sem neuras e muito carinho e amor- próprio. 

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