Cores - Lygia Falcão

Impossível falar de Imagem sem falar de Cores.
As cores afetam as pessoas. Afetam emoção e razão.
Existem estudos que dão contam que cento e sessenta diferentes sentimentos e características - do amor ao ódio, do otimismo à tristeza, da elegância à feiúra, do moderno ao antiquado - foram associados a cores específicas.
Cores e sentimentos não se combinam ao acaso! Usar as cores de maneira bem direcionada significa poupar tempo e esforço.

Pensando sobre isso, fica fácil entender a importância da etapa do TRI (Teste Revelador de Imagem) dentro da Consultoria de Imagem, bem como, das sugestões de Harmonias, tendo por base, o objetivo de imagem trazido pelo cliente.
Para falar de cores precisamos antes falar de pele. Entender que não necessariamente uma pele por ser banca, ou negra, ou amarela, ficará sempre bem com as mesmas temperaturas (quente/fria), valores (claro/escuro) ou saturação (luminosa/opaca).
Sim! Isto porque o que determina se uma determinada cor terá efeito positivo (fazer um bom contorno do rosto, por exemplo) ou negativo ( acentuar marcas de expressão, por exemplo) sob a pele de uma determinada pessoa será a concentração de três pigmentos presentes na pele de todos nós: melanina, caroteno e hemoglobina.
Então, uma pele que, aparentemente possui a mesma cor de outra, pode reagir de forma diferente a determinada cor, em função de uma maior ou menos concentração daqueles pigmentos.


Assim, um TRI bem feito já é meio caminho andando para o sucesso de um bom processo de Consultoria de Imagem.
Já sabemos que a cor favorável para a maquiagem, os brincos e colares (desde que "pesem" na produção), no lenço, no óculos e, na roupa usada na parte de cima do look,  irá contribuir para uma aparência melhor, mais jovem e fresca. Enquanto que o inverso também é verdadeiro. Uma cor mal escolhida pode derrubar qualquer produção.